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Pra mães incríveis, 5 presentes especiais

Sempre que chega o mês de maio, a gente já vai ficando naquela ânsia de tentar descobrir o que nossa mãe quer de presente. Com toda certeza já caímos naquela de oferecer mais utensílios domésticos pra ela, um jogo de panelas, roupas de cama, uns pratos bonitinhos… Talvez a casa esteja precisando disso, mas e ela? O que traria um sorriso bonito no rosto dela no Dia das Mães?

Pra mães que trabalham de segunda a segunda e sem descanso, o presente ideal é um pouco de lazer e sossego. Sabe aquele dia de folga, que ela não precisa fazer mais nada além de tirar um cochilo na brisa e no balanço da rede na varanda? Então, esse pode ser exatamente o que ela precisa, e nós, os filhos, podemos contribuir com isso.

Se a gente já procura tanto desopilar e tenta ir atrás de atividades que fujam da rotina, pode ser incrível incluir sua mãe nessa tarefinha no fim de semana, encaixando o que for no tempinho que ela tiver.

1 – Um café, uma cerveja e uma conversa

Nós passamos horas falando bobagem com os amigos no café, no bar, sentado no banquinho da barraca de cachorro-quente da esquina. Trocar algumas frases com a mãe pode ser difícil e complicado pra alguns, porque ninguém é obrigado a levar aquela relação perfeita e romantizada com um familiar. Mas, se há uma convivência pacífica, é uma boa ideia chama-la pra fofocar, falar da vida alheia, falar mal do Eunício Oliveira, comentar a novela, o Lula, o Moro, e outros assuntos triviais.

Se você não mora com sua mãe e faz tempo que você não conversa direito com ela, por que não aproveitar pra dar um rolê? Ou mesmo chame-a pra tomar um café e comer uma tapioca, um cuscuz com leite na sua casa. Claro, né: você cozinha! Conta pra ela da sua vida e pergunta da vida dela, pergunta se ela tá feliz. Mostre interesse em saber se os dias estão difíceis e se ela precisa de ajuda em qualquer coisa que seja. No fim da tarde, com aquela cervejinha, todo mundo fica feliz.

A casa tá um breu, o lixão da Lucinda? No problem, corre pra dica 2.

2 – Um chá, talvez

Restaurantes, hamburguerias e praças de alimentação de shoppings podem estar bem (!) lotadinhas nesse domingo. Barracas de praia, nem se fala então! Desse jeito, é um tanto complicado encontrar um ponto de sossego e calmaria. Em outros anos, contudo, já observei que pequenos cafés, confeitarias e sorveterias acabam tendo um movimento reduzido. Talvez seja por isso mesmo que tantos desses lugares pequenos acabam não funcionando num feriado que, pra muitas famílias, são ocasiões sociais.

Faça aquela seleção dos lugares que abrem no domingo, veja quais são acessíveis em preço e localização, e ligue pra saber se eles recebem muito movimento na data. O essencial é poder oferecer à sua mãe um ambiente aconchegante, propício ao sossego dela, pronto pra uma interação bacana entre ela e o filhote.

Particularmente, recomendo cafés de livrarias, porque sempre tem música ambiente e é um espaço climatizado. Não precisa nem ser Cultura ou Saraiva, tá? O bom disso é que você pode fingir que vai ao banheiro, pega um livro que ela goste e aparece, de repente, com um presente pra ela! Dica: pague a conta, não seja mão de vaca. De toda forma, isso nos leva à dica 3.

3 – Livro é sempre bom

Sua mãe pode não fazer o tipo leitora, mas até muitas que são mais afastadas da literatura podem ter entrado em contato com algum livro extremamente simbólico. Geralmente, esses livros são mais antigos e marcaram algum momento da infância ou adolescência da sua mãe. Alguns desses livros bem marcantes e nostálgicos que muita gente gosta são:

O menino do dedo verde

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Único livro de ficção do francês Maurice Druon que vai contar a história de Tistu, um menino especial com o polegar verde. O que torna-o diferente também é o que torna Tistu especial: nascem flores de tudo que ele toca com seu polegar. Um conto que mistura fantasia com a dura realidade dos dias, O Menino do Dedo Verde nos lembra da inocência infantil e da beleza de acreditar que podemos fazer a diferença no mundo. Encontre na Amazon BR.

Pollyanna

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No livro de Eleanor H. Porter, Pollyana é órfã de pai e mãe, e, aos 11 anos, acaba tendo de viver com a tia Polly, única parente viva que recebe a menina como um fardo a carregar. Antes de morrer, o pai de Pollyana ensinou à menina o Jogo do Contente, no qual todos os jogadores saem ganhando. Pollyana, então, ensina o jogo a todos que conhece após ir morar com a tia, espalhando a noção de que algo de bom sempre pode ser percebido até nas situações mais adversas. Encontre as duas edições na Amazon BR.

O Pequeno Príncipe

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Esse é clássico até demais! A historinha escrita por Antoine de Saint-Exupéry é carregada de simbolismos da infância, com um menino curioso e cheio de gentileza e afeição dentro de si. Ainda que tido como literatura infantil, é tão complexo e cativante que até adultos se encantam… principalmente aqueles que, há muito tempo, leram. A edição das imagens é em capa dura e pode ser encontrado na Amazon BR.

Ah, e ainda tem o filme, né? Que é bem lindo, mas isso já é a dica 4.

4 – Filmes, seriados, novelas…

Pra quem tem Netflix assinada, isso cai direitinho! É bem capaz que sua mãe tenha adorado ver Avenida Brasil, todo aquele drama entre Nina e Carminha. Mas ela conhece Revenge? Custa nada que você apresente o seriado pra ela, ou, se ela já conhece, seria uma ótima oportunidade pra que vocês dois assistam e comentem as barbaridades da série.

Além das séries, a Netflix também tem um catálogo bacana de filmes nacionais, principalmente de comédia. E se sua mãe ver que tem novelas mexicanas no catálogo, é bem capaz dela dominar a sua conta daqui pra frente!

De toda forma, com ou sem Netflix, o interessante é simplesmente sentar com sua mãe no sofá, preparar a pipoca (salgada e doce!) e compartilhar o momento. Não precisa ser repleto de carinho e adoração, abraços e beijos e todo esse afeto exposto, porque nem toda relação é assim. Muitas vezes, só a sensação de que você parou pra prestigiar algumas horas na companhia da sua mãe, já carrega uma alegria especial pra ela.

5 – Liga o video game pra ela

Essa já é uma dica pra quem tem mães mais jovens e que aproveitaram o boom dos vídeo games. Aqui em casa, se eu boto Tekken 2 pra minha mãe jogar, é capaz dela passar dias colada no sofá sem piscar! Uma pena que, de tanto jogar (ela bem mais que eu!) o CD do PlayStation ficou inutilizado. Sério… Mas tem outras formas de fazer sua mãe se distrair com esses joguinhos.

Pra quem já tem consoles modernos a partir do Playstation 2, pelas internets você encontra packs de jogos prontos pra serem baixados, gravados e rodados. Além disso, existem vários emuladores para os consoles clássicos, como Playstation (zero e 1) e Super Nintendo, que podem ser instalados no smartphone e no computador. Dando uma pesquisada no Google você encontra tudo rapidinho, é bem fácil. Depois é só deixar ela aproveitando o dia relembrando a juventude quando jogava Super Mario World e Donkey Kong na locadora de jogos.

Entendeu, né? O negócio é que nem sempre sua mãe precisa de uma máquina de lavar novinha ou um fogão 6 bocas com acendimento automático. Muitas vezes, investir na experiência acaba sendo mais vantajoso emocionalmente do que um alto investimento financeiro ou seguir a velha rotina de levar sua mãe pra almoçar no restaurante preferido dela ou pra tomar aquela cerveja na barraca de praia lotada.

Vamos evitar a fadiga, meus amigos. Sua mãe deve estar cansada de interagir com você apenas pelo grupo do Whatsapp da família. Qualquer dessas dicas, além de centenas de outras, podem oferecer o relaxamento e o bem estar que sua mãe merece e, talvez, esteja precisando. Seja pela comida, pela nostalgia ou simplesmente de ver que a filha ou filho se empenhou em oferecer alguns instantes de calmaria na rotina louca da semana.

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