In Literatura

Muita meta pra pouco 2017

Atingir metas é algo que dá um gosto desgraçado. Mas além do prestígio em olhar no espelho e dizer pro seu reflexo “Eu consegui!”, tem a coisa da organização. Pra conquistar qualquer meta, precisamos parar um pouco, pensar na viabilidade, se planejar e manejar tempo para cumprir. É o puro exercício de determinação.

Pra deixar a vibe no exato clima de you gotta work bitch, vou deixar aqui uns sonzinhos bem foco, força e fé pra todo mundo organizar suas listinhas do ano.

Taca o play Dedim Gouveia!

Tudo pronto pra começar? Então, partiu!

Riscar no seu caderninho aquela tarefa que você pensou, se planejou para cumprir e a levou até o finzinho dá uma tremenda satisfação. É como ter um trabalho da faculdade pra fazer e você sabe que ele vai demorar dias e vai ser desgastante. Mas aí, ao contrário das vezes em que você deixou pro fim de semana de véspera da entrega, você tenta fazer diferente e vai resolvendo aos poucos, dia a dia. Chega a dar umas cócegas bem gostozinhas no coração, sério.

No meu caso, preparei uma penca de metas para o que quero ler e conhecer. Em 2016, voltei à minha adorada rotina de leitura, e consegui fechar 20 livros e outros 3 ficaram pela metade. Mas, como a gente tem que sair é pra fechar negócio, quero dobrar a meta e ousar: vamos botar aqui 50 livros, pra ficar bem redondinho. E pretendo dividir da seguinte forma:

12 livros de ficção científica

Comecei a me interessar de verdade por ficção científica em 2015. Mas, com as distopias contemporâneas usando elementos da sci fi de um jeitinho todo peculiar (tal hora, a gente conversa sobre isso por aqui), acabou ficando um gosto bem amargo na boca. Agora, pretendo me aprofundar nesse mundão com Philip K. Dick, Arthur C. Clarke, Ursula K. Le Guin, Rosa Montero e, claro, Isaac Asimov.

12 livros da JK Rowling

Aproveitando aquela notícia que Dona Joanne vai lançar 2 livros neste ano de 2017, nada melhor do que homenageá-la com um projetinho de leitura e releitura da saga Harry Potter, Cormoran Strike e o ultrajado Morte Súbita. São 11 livros já publicados, sem contar com os anexos da série Harry Potter. Vamo que vamo!

12 livros acadêmicos de Comunicação / livros-reportagem

Comunicação é um bicho mutante. É interessante que, até depois de se formar, o profissional mantenha um olho nos estudos e outro nas produções jornalísticas. Não só produções editoriais das empresas de jornalismo, mas também (e principalmente) as produções independentes e/ou de relevância social.

É sempre bom lembrar que não somos máquinas nem algoritmos, e que, nós, jornalistas e comunicólogos, lidamos com a aplicação das ciências humanas e sociais. Nossa atividade não deve ser só estratégia para captação de lucro e pageviews. Aproveitemos, então, o que colegas e pesquisadores produzem por aí.

Ok, calma, bora fazer as contas: temos 36 livros até aqui, certo? Então, pra 50, faltam 14, que pretendo distribuir em categorias menores:

10 livros de séries, pra ver se eu começo / dou continuidade / finalizo algumas das sagas que acompanho, tipo:

> Crônicas de Nárnia, do C.S. Lewis;

> Millennium, do Steig Larsson;

> Maze Runner, do James Dashner;

> Crônicas de Gelo e Fogo, do Goerge R. R. Martin; e

> Cemitério dos Livros Esquecidos, do Carlos Ruiz Zafón.

E sobram 4 livrinhos. MAS FALK, É POUCO. Eu sei, isso aí foi só pra fechar a conta, menin@, porque minha vontade mesmo é isso aqui ó:

5 livros clássicos pra matar a vontade de ler Guerra e Paz (Liev Tolstói), Morro dos Ventos Uivantes (Emily Brontë), David Copperfield (Charles Dickens), Crime e Castigo (Dostoiévski) e Persuasão (Jane Austen).

5 biografias pra saber, sim, da vida alheia, aprender umas coisinhas e aplicar na nossa vida particular. Sou doidinho pra ler Maysa – Só numa multidão de amores, do Lira Neto. Mas também fiquei fascinado em ler a biografia do J.R.R. Tolkien, do Stephen King, da Marilyn Monroe, da Madonna e do Charles Manson. Mas pera, tem 6 aí ao todo… Releva.

5 livros de financiamento coletivo pra dar aquele UP na integração de novos autores brasileiros na literatura. O que é bem válido e lindo, já que parece tão raro que as editoras invistam em autores desconhecidos. Só falta o dinheiro, mas vamos deixar este detalhe de lado e considerar a ideia anotada.

Pronto. Fechou. PRESSÃO POUCA NÉ?

Sendo assim, na melhor das hipóteses, conseguirei ler em torno de

~ 65 livros em 2017 ~

Porém, chegar nos 50 será uma vitória sensacional e já ficarei absurdamente feliz. E, pra fazer funcionar essa meta, vou me empenhar em ler pelo menos 1 livrinho por semana, com o mínimo de 50 páginas por dia.

MEDO, SIM? MEDO SIM.

Mas vai dar onda. Nada de ter uma piloura por aqui.

5 livrinhos dessa gloriosa meta já se foram agora no mês de janeiro. Logo mais, volto aqui pra dizer se foi amor ou perfect illusion.

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